Valdão é um artista de novelas, com seu grande cabelo duro com laquê e suas longas costeletas, nenhuma mulher resisti. Valdão acabara de se mudar para sua nova suíte, uma cobertura extravagante. Dãodão, como é chamado pelas mulheres mais íntimas, estava abrindo as malas quando escutou batida a porta.
- Pois não? – indagou, abrindo a porta e jogando seus lindos cabelos loiros para o canto do rosto, era um charme.
- Olá, sou a Renatinha, sua vizinha. Vim dar boas vindas para o nosso mais novo vizinho ilustre. – Falou a moça de saia e um pequeno top, do outro lado da porta. Valdão como um bom macho, agradeceu e fechou a porta. É claro que aquilo era charme, logo depois ele abriu de volta e a convidou para entrar.
- Achava que você não ia me convidar. - comentou Renatinha.
- Só estava testando seu libido baby. Você quer beber alguma coisa?
- Apenas água. - Retribuiu a garota.
- É uma pena minha querida, mas acabei de me mudar, estou sem nada no meu pequeno casulo do amorrrrr. – Deixou soar bem o “r”. Renatinha riu corando o rosto dava para perceber que era uma moça comportada.
- Olha só Valdão, além de dar boas vindas para você eu bem que, queria, sabe? É... Pedir outra coisa pode? - Valdão pensou, carinha de anjo, mas uma deusa do sexo implorando piedade em meu pequeno casulo do amor, ser bonito às vezes é chato.
- Abra esses lábios carnudos e deixe soar suas confissões de amorrrr, meu bem. – terminou Dãdão.
- Aconteceu um pequeno problema com meu telefone, gostaria de saber se posso usar o seu? – Assim você acaba com todo meu libido baby, pensou novamente Valdão.
- Claro.
Renatinha saiu correndo em direção ao telefone, tirou um pequeno papel de dentro do top e discou alguns números.
- Alô! Amiga!!!! Adivinha onde eu to agora neste exato momento? Não, não, aí também não. To na casa do Valdão. Como que ele é pessoalmente? – continuou renatinha – ele é tudo de bom. - Valdão sentou-se no sofá de coro de onça albina e ficou curtindo o momento. – Num sei se devo perguntar isso pra ele amiga, você sabe que eu sou uma garota de respeito, mas como é você que ta interessada eu pergunto. Valdão, minha amiga gostaria de saber como você faria amor com uma garota delicada? – Valdão jogou seus cabelos para o lado novamente, levantou-se e foi em direção à garota ao telefone. Chegou bem pertinho da orelha da Renatinha, deu um pequeno sopro quente e completou.
- Diga para sua amiga, que primeiro eu iria jogar todo poder do meu charme, depois, quando ela não tivesse mais poder sobre suas pernas, eu abriria, um por um, os botões da minha blusa – e começou a se despir – nenhuma mulher resiste ao meu corpo másculo.
- Amiga, ele ta desabotoando a blusa, olha no que você foi me meter. O que eu faço agora?
Valdão tirou a blusa, e foi andando novamente em direção a Renatinha.
- Valdão, Valdão, pare agora mesmo, minha amiga continua interessada em saber mais coisas ao seu respeito. Ela ta perguntando – Renatinha olhou para o peitoral do Dãodão – o que você faz para ter esse corpo tão, tão, sexy?
- Você já deve saber minha morena veneno, pois meu corpo exala todos os temperos do amor, isso é bastante para deixar ele malhado.
- Ai amiga, isso aqui ta ficando muito quente, acho melhor você falar com ele pessoalmente e marcar alguma coisa, pois você sabe, eu sou uma garota de respeito, o que vão dizer de mim se souberem que eu estava com Valdão sem a sua blusa?
- Minha nifeta arrebatadora, largue logo esse telefone e venha provar do néctar dos deuses. – sentou novamente no sofá de coro de onça albina.
- Amiga vou ter que desligar, Valdão está, está, está exigindo que eu vá deitar com ele, você sabe amiga, sou uma garota de resp... – Valdão interrompeu com um pulo animal agarrando Renatinha pela cintura, Renatinha soltou um pequeno gemido. – me largue Valdão, eu sou uma garota de respeito.
Dãodão pegou o telefone da mão da renatinha e jogou no chão, a garota ficou abismada até que ele revelou:
Minha musa do sexo, vou para o sofá do amorrr, e você vai fazer tudo que eu quero, pois como eu já te disse, acabei de me mudar e esse telefone aí nem foi ligado ainda.